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sábado, 12 de novembro de 2011

Dislalia


O que é dislalia?
É o transtorno de linguagem mais comum em crianças e o mais fácil de identificar.
A dislalia é um distúrbio da fala que se caracteriza pela dificuldade de articulação de palavras: o portador da dislalia pronuncia determinadas palavras de maneira errada, omitindo, trocando, transpondo, distorcendo ou acrescentando fonemas ou sílabas a elas.
Quando se encontra um paciente dislálico, deve-se examinar os órgãos da fala e da audição a fim de se detectar se a causa da dislalia é orgânica (mais rara de acontecer, decorrente de má-formação ou alteração dos órgãos da fala e audição), neurológica ou funcional (quando não se encontra qualquer alteração física a que possa ser atribuída à dislalia).
A dislalia é muito variada. Existem dislalias orgânicas, audiógenas, ou funcionais.
A dislalia funcional é a mais frequente e se caracteriza incorretamente o ponto e modo de articulação do fonema.
A dislalia orgânica faz com que a criança tenha dificuldades para articular determinados fonemas por problemas orgânicos. Quando apresentam alterações nos neurônios cerebrais, ou alguma má formação ou anomalias nos órgãos da fala.
A dislalia audiógena se caracteriza por dificuldades por problemas auditivos. A criança se sente incapaz de pronunciar corretamente os fonemas porque não ouvem bem. Em alguns casos, é necessário que as crianças utilizem próteses.
Uma recomendação fundamental para impedir o desenvolvimento da dislalia é para que os pais e familiares do dislálico não fiquem achando engraçadinho quando a criança pronuncia palavras de maneira errada, como “Tota-Tola”, ao invés de “Coca-Cola”.



É importante que nós futuras professoras, articulemos bem as palavras para que a criança possa fixar a forma correta e não repetir o erro. Não devemos reprimí-las e sim auxiliá-las.

Persistindo as alterações na fala do aluno, devemos avisar a família para que procure um profissional da saúde.

sábado, 5 de novembro de 2011

Letra feia não é só pressa ou preguiça. Pode ser disgrafia


Disgrafia é um transtorno que afeta a capacidade de escrever ou copiar letras, palavras e números, a disgrafia pura ocorre ainda durante a gestação e já nasce com a criança. Ela não é adquirida. O centro do problema está no sistema nervoso, mais precisamente nos circuitos neurológicos responsáveis pela escrita.
Um teste eficiente para identificar o transtorno é pedir que a criança escreva algumas frases em uma folha sem linhas. Se o resultado for uma escrita lenta, com letras irregulares, retocadas e fora das margens, é hora de preocupar-se. Além disso, os disgráficos têm dificuldades em organização espacial: daí, a escrita em que as palavras parecem “subir e descer o morro”.
Como tratar – Assim como em outros transtornos de aprendizagem, o tratamento da disgrafia é multidisciplinar e envolve neurologistas, psicopedadogos, fonoaudiólogos e terapeutas. Medicamentos só são indicados quando existem outros transtornos envolvidos, como déficit de atenção (DDA) ou hiperatividade.
O ponto principal é trabalhar com o corpo, com exercícios como manusear a argila e massagens, e depois partir para o específico, que é a escrita. O tratamento pode levar meses e até anos, variando conforme o caso. O objetivo não é atingir a letra bonita, mas, sim, legível.






http://escolakids.uol.com.br
Este tema é de extrema importância na escola, quando nos deparamos com a professora falando que a letra de um aluno está um garrancho e até mesmo já ocorreu conosco, logo pensamos que estamos desleixados, mas não é bem isso pode ser outro motivo que para a maioria é algo inexistente.
Por este motivo é necessário que nós futuras professoras identifiquemos esse problema para que possamos procurar uma solução, já que a comunicação escrita é uma ferramenta de grande importância.